A minha dor (in) visível – A depressão na primeira pessoa

Geraldina Almeida

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Testemunhos

    Elsa Futado
    Elsa Futado

    Lendo o meu exemplar do livro…

    Lendo o meu exemplar do livro, “A Minha Dor (In) Visível da amiga De Almeida Geraldina ! Recomendo! Áqueles que nunca passaram por isso, pistas para poderem reconhecer traços da doença em outros e poderem ajudar! Aos que estão a passar por situações similares, a prova de que podem superar e que não estão só! O livro de momento! RECOMENDO!

      Jeiza Lucena
      Jeiza Lucena

      Minha “mána” Lucena Lucena…

      Minha “mána” Lucena Lucena, un stribilin di mudjer, un stribilin di ser humano que o Altíssimo “botou” no meu caminho. Ela esteve presente nas minhas dores, e, na minha alegria, lá estava ela, uma vez mais, na primeira fila, de SORISON lindo estampado na cara e de covinha na bochecha 😁😁, porque não tenho a mais pequena dúvida que ela transborda de alegria com a minha felicidade, as minhas conquistas… A mesma não só escreveu o posfácio do meu livro, como também o apresentou hoje, na Universidade Jean Piaget de Cabo Verde. Eis um pequeno trecho do posfácio: “É um contributo despretensioso, conhecendo a autora como conheço, não creio que busca créditos, mas apenas contribuir para a luta contra a depressão, particularmente para os cristãos, reforçando o poder fantástico e transformador do maravilhoso amor de Deus e abordando, sem rodeios, um dos tabus do cristianismo dogmático. Leia e junte-se você também a este movimento pelo próximo, pelo amor e pela saúde mental.” Kumai mi ku Nha e mori xinta na stera. Xuvas di bensons divinu riba Nha un stiku bai.

        Octávio Tavares
        Octávio Tavares

        Estou lendo este livro com enorme interesse…..

        Estou lendo este livro com enorme interesse pelo seu conteúdo e pela admiração que sinto pela autora. Nunca imaginei a Geraldina tão afoite à pena e ser uma mulher com essa coragem e determinação. A sua fé inabalável, associada à força imensurável de enfrentar uma doença que só ela conhecia a amplitude, faz dela uma mulher ímpar , respeitável e admirada por todos. Durante a doença (silenciosa) foi capaz de frequentar e concluir um mestrado, tendo ainda em curso um doutoramento, tudo isso e muito mais, sem falarmos do trabalho e da família, mostra que estamos na presença de uma mulher invulgar. Por ela e pelo seu livro, começo a perceber a dimensão de um doente deprimido. Por este livro também percebo a força da fé e da crença em Deus Pai Todo- Poderoso. Uma força que nos faz acreditar que é possível vencer os desafios por mais fortes que pareçam. Estou encantado com o livro e não me canso de o ler. É uma escola e estou convencido que ao tê-lo lido na totalidade, terei visto o mundo diferente, um mundo para o qual a Geraldina terá dado o seu contributo. Obrigado por me teres proporcionado esta visão.

          Karine
          Karine

          Já algum tempo tcheu ansiosa pan lê és livro….

          Já algum tempo tcheu ansiosa pan lê és livro, pamo se tema tá tocam bastante, inclusive mi também um sta passa pá isso. Grande forte des livros é passagens bíblicas ke sta nael e também é fruto de realidade vivenciada pá autora De Almeida Geraldina e também ki tcheu pessoas pode sta passa pá isso e ou cá sta crê aceita ou ainda cá apercebe traços des doença. Nu sta mais atento a nós próximo. Tcheu bes o ke de facto pessoa sta xinti ou sta passa pael, cá tá transparece pá se forma de sta ou age. Obrigada pa és partilha kerida Geraldina. És dias un tá sai de trabadjo ansiosa pan continua tá lê és livro ke de tudo nos 🥰🌸. Recomendo pessoal👌 bem haja 👏👏👏

            Anne
            Anne

            Para mim comprar este livro e participar do lançamento….

            Para mim comprar este livro e participar do lançamento, não foi apenas uma actividade de um sábado à tarde, mas sim a curiosidade de saber como esta dor que tanto sei como ela é relatada por outra pessoa. Tendo em conta que todos que já passaram por esta terrível dor dizem: “ Compreender a depressão é só mesmo passando por ela”. Eu simplesmente não tenho nenhuma vergonha de ter passado por esta doença e hoje quando olho para trás até sou grata, por ter amadurecido tanto mas tanto com a fase mais dolorosa da minha vida. Digo isso porque para mim a depressão é o último estágio da vida de uma pessoa “ Aquela que te faz tirar a tua própria vida”. Simplesmente amadureci tanto e tanto que se calhar fiquei egoísta perante algumas situações visto que a única pessoa capaz de te tirar do fundo do poço é a apenas tu mesma. Todos nós tempos problemas e precisamos de uma mão amiga, mas não podemos esquecer que além do Pai Poderoso és a Única Pessoa mais importante que qualquer outra pessoa neste mundo, por isso não permitamos que nenhum pessoa, nenhum trabalho, que nenhuma situação nos leve para este caminho duro e amargo. Obrigada Geraldinha pela sua ousadia de escrever este livro, a falar de uma doença que muitos têm vergonha de falar e culpam a sua pessoa por um dia passarem por isso. Eu tive e talvez voltarei a ter novamente, mas não admito que ninguém,mas ninguém deste mundo venha gozar comigo ou me desrespeitar por isso. As minhas capacidades não diminuíram perante esta doença e eu posso estar aonde eu quiser, no cargo que eu quiser.

              Nélida
              Nélida

              Nas sociedades atuais a depressão…

              Nas sociedades atuais a depressão é uma das perturbações mentais mais comuns. No sentido patológico é caraterizada pela presença de sentimentos de desânimo, pessimismo, dificuldades no sono, fadiga emocional e física, perda do gosto pela vida e a redução das atividades habituais. Para o seu tratamento é fundamental o devido acompanhamento médico. Porém, deve ser completado com o apoio da família, dos amigos e do meio envolvente. Com a publicação desta obra, a Geraldina nos alerta para a necessidade de estarmos mais sensibilizados para com as fragilidades da mente e nos aconselha que acreditemos em nós e na nossa força espiritual. Geraldina, que a nossa LUZ nunca pare de brilhar! Beijinhos da amada LUZ.

                Edna Timas
                Edna Timas

                Nes tempos k nu sta vive lê es livro é obrigatório…

                “Nes tempos k nu sta vive lê es livro é obrigatório. É um chamada de atenson pa kenha k sta passa pa depresson, pa kenha k sta cu pé quase dento del e pa kenha k sta lida cu pessoas depressivas. É um chamada a necessidade de nu tra odju de nos umbigu e djobe pa lado. Pa kel kim percebe pa testemunho quim obi de autora é um doença terrível, principalmente pamode é ta consume alma. Nos bém mas precisosu. Dipós kim lel npassa ta presta mas atenson na manera de fala e agi de pessoas, principalmente quando mudança é de agu pa vinhu. Relembram ma nmeste julga menos e ama mas. “Frescura” afinal ta kema, ta doé, ta mata! Nos tudo nu debi pide ajuda hora k nu da conta ma nos só nu ca sta pode cuel. Ca só pessoas cu depresson meste ajuda ma també kenha k ta lida cu alguém cuel. Depresson é um doença, ca nu nigligencial. Nu sta mas alerta e mas dispostus a abre braço pa abraça, pa declara amor e leba paz a curason de todos. Amor ta cura tudo.

                  Anilda Tavares
                  Anilda Tavares

                  …quero parabenizar a minha” Doutora, Madrinha, Escritora…

                  Em primeiro lugar, quero parabenizar a minha” Doutora, Madrinha, Escritora”, Geraldina Almeida, mais uma vez pelo lançamento do livro “A minha dor Invisível”. Sei que foi fruto de muito esforço e dedicação e que vai ajudar muitas pessoas de uma maneira direta ou indireta. Para confessar eu não sou muito de leitura, mas este livro logo no lançamento chamou-me atenção e comprei de imediato. No primeiro dia, comecei a fazer a leitura e comecei a interessar pelo conteúdo, porque parecia que estava a relatar coisas que eu já vivi e não tinha consciência do que se tratava. Ainda não terminei de ler, mas já está a ajudar-me muito a entender não só a minha família, mas também, outras pessoas que estão ao meu redor, e de certa forma me permite estar mais atenta. Porque como diz o livro, às vezes convivemos com pessoas com comportamentos difíceis (amarguradas, estressadas, cara sempre fechadas, às vezes até agressiva e nós não sabemos nem sequer como chegar perto e ajudar). Pelo que deixo aqui a recomendação de que prestemos mais atenção nas pessoas que estão ao nosso redor. De momento fico por aqui. Votos de muitos sucessos e felicidades à minha querida Madrinha e que Deus te abençoe cada dia mais. Com carinho, Anilda Tavares.