Testemunho de Dayse Vieira Fontoura.

“Há alguns dias, tive a alegria de receber direto de Cabo Verde o livro de minha amiga Geraldina De Almeida . E que alegria ler o livro dela! Como ela teve coragem para assumir publicamente sua vulnerabilidade ao compartilhar sobre a depressão que enfrentou (e enfrenta) com coragem. No início, o inimigo era desconhecido e as armas não foram as corretas. Mas Deus a alcançou no abismo de desânimo e tristeza e a cercou com uma excelente rede de apoio que a ajudou a sair da pior crise.

Gê, que Deus te abençoe no teu testemunho honesto e que muitas pessoas sejam beneficiadas pela sua história!

Obrigada pela honra de escrever algumas palavras na introdução de seu trabalho e pelo presente! Amei o conceito da capa, desde a cor e também a representação alegre da identidade visual que você passou a amar, depois de tanta luta!

Pena que meus amigos no Brasil ainda não têm acesso a esse trabalho!

Estou lendo o livro A minha dor (in) visível e admirando a coragem da autora em se colocar tão vulnerável diante de seus leitores. Seu estilo bonito de descrever as suas experiências de vida não esconde onde a dor e a alegria estavam presentes. A Geraldina abre o coração sobre todo o preconceito que enfrentou (e quem sabe ainda enfrenta) no enfrentamento de sua depressão. Duas coisas que têm se destacado muito para mim: o uso frequente da palavra “empatia”, sempre pedindo que as pessoas olhem quem sofre com mais carinho e consideração; e a menção de homens e mulheres que foram instrumentos de Deus para ela superar suas dificuldades. Eles foram os canais empáticos, por onde a graça de Deus fluiu sobre a vida de Geraldina. Nem mesmo as perdas sofridas, por falta de informação e autoconhecimento, são mascaradas. Pelo contrário, a autora é honesta em admitir onde errou enquanto lutava contra o inimigo desconhecido. É difícil não se emocionar com essa leitura!” 

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